A Gestalt (guès) (do Alemão Gestalt

A gestalt (guès) (do alemão Gestalt, “forma”), também conhecida como gestaltismo (gues), teoria da forma, psicologia da gestalt, psicologia da boa forma e leis da gestalt, é uma doutrina que defende que, para se compreender as partes, é preciso, antes, compreender o todo. Trata-se de seguir o processo em curso, observando atentamente os “fenômenos de superfície” e não mergulhando nas profundezas obscuras e hipotéticas do inconsciente – que só podem ser exploradas com a ajuda da iluminação artificial da interpretação. Um dos seus principais representantes foi Max Wertheimer (1880-1943). Wertheimer demonstrou que quando a representação de determinada frequência não é transposta se tem a impressão de continuidade e chamou o movimento percebido em sequência mais rápida de “fenômeno phi”. Em 1913, a Academia Prussiana de Ciências instalou, na ilha de Tenerife, nas Canárias, uma estação para estudo do comportamento do macaco. Refere-se a um processo de dar forma, de configurar “o que é colocado diante dos olhos, exposto ao olhar”. A gestalt, ou psicologia da forma, surgiu no início do século XX e, diferente da gestalt-terapia, criada pelo psicanalista berlinense Fritz Perls (1893-1970), trabalha com dois conceitos: super-soma e transponibilidade. Wolfgang Köhler foi nomeado, então, diretor da estação – ainda muito jovem e com quase nenhuma experiência em biologia e psicologia de animais. A palavra gestalt tem o significado “de uma entidade concreta, individual e característica, que existe como algo destacado e que tem uma forma ou configuração como um de seus atributos”. O filósofo austríaco Cristian von Ehrenfels apresentou esses critérios pela primeira vez em 1890, na Universidade de Graz. Um dos principais temas trazido por ela é tornar mais explícito o que está implícito, projetando na cena exterior aquilo que ocorre na cena interior, permitindo assim que todos tenham mais consciência da maneira como se comportam aqui e agora, na fronteira de contato com seu meio.

§ 1º – Quando o salário for pago por hora com jornadas variáveis, apurar-se-á a média do período aquisitivo, aplicando-se o valor do salário na data da concessão das férias. § 2º – Quando o salário for pago por tarefa tomar-se-á por base a media da produção no período aquisitivo do direito a férias, aplicando-se o valor da remuneração da tarefa na data da concessão das férias. § 5º – Os adicionais por trabalho extraordinário, noturno, insalubre ou perigoso serão computados no salário que servirá de base ao cálculo da remuneração das férias. § 6º – Se, no momento das férias, o empregado não estiver percebendo o mesmo adicional do período aquisitivo, ou quando o valor deste não tiver sido uniforme será computada a média duodecimal recebida naquele período, após a atualização das importâncias pagas, mediante incidência dos percentuais dos reajustamentos salariais supervenientes. § 4º – A parte do salário paga em utilidades será computada de acordo com a anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. § 3º – Quando o salário for pago por percentagem, comissão ou viagem, apurar-se-á a média percebida pelo empregado nos 12 (doze) meses que precederem à concessão das férias.

Os exemplos são diários e intermináveis. O texto revoga alguns artigos da Lei 8429. Entre eles o artigo 5º, que reproduz diretriz constitucional: quem causa danos ao erário tem de repará-los, seja o ato decorrente de dolo ou culpa (artigo 37, §5º, da CF). Estão nos meios de comunicação. Claro que não. A não ser que se entenda que a coisa pública, antes que ser de todos, seja de ninguém. Haja ou não benefício pessoal, pois ao fazê-lo, agindo com dolo, está ofendendo valores que são protegidos não só na Lei 8429, mas também na Constituição. Dos pequenos aos grandes casos. Não é correto fomentar a orientação de que a obrigação de reparar só existe na conduta dolosa. O dano causado ao particular deve ser reparado pelo seu causador, seja o ato doloso ou culposo (artigo 927 do Código Civil). Quem concorre para o ilícito deve se sujeitar à responsabilização. Faz sentido que o patrimônio público receba menor proteção que o patrimônio privado?

De acordo com Bianchi e Defosse (2014BIANCHI, L. O.; DEFOSSE, G. E. Ignition probability of fine dead surface fuels of native Patagonian forests or Argentina. Ottawa: Canadian Forestry Service; Petawawa Forest Experiment Station; Department of the Environment, 1974. (Publication, 1333).). Um dos seus componentes primários é baseado no teor de umidade do material combustível morto e fino, o fine fuel moisture code, ou simplesmente, FFMC. Por exemplo, caso o material esteja secando deverá utilizar-se a equação 4, já se estiver ganhando umidade, a equação 5 é a adequada. O uso das equações listadas acima irá depender das condições meteorológicas no momento da estimativa. Forest Systems, Madrid, v. 23, n. 1, p. 129-138, 2014.), é o modelo mais testado e utilizado no planeta para se determinar o perigo de ocorrência de incêndios florestais. Este índice de perigo é formado por seis componentes: três primários, dois intermediários e um final que representa a intensidade do fogo em um determinado tipo de material combustível (VAN WAGNER, 1974VAN WAGNER, C. E. Structure of the Canadian forest fire weather index.

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